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Em Porto Alegre (RS), pessoas em situação de rua produzem e vendem o seu próprio jornal, o “Boca de Rua”, único no mundo. Além de uma fonte de renda, ele é uma voz para ser ouvida, uma ferramenta de denúncia e de organização perante a sociedade.
Hoje, o Boca está comemorando 18 anos. O grupo cresceu, a cidade mudou e as dificuldades continuam. Para esses jornalistas, conseguir o que comer, achar onde dormir e sobreviver à violência urbana seguem sendo preocupações cotidianas… mas que eles enfrentam juntos e de olhos abertos.

 

Documentário, Brasil, 2020.
Duração 112 min.

 

Direção Cha Dafol Produção Cha Dafol – ALICE Montagem Alfredo Barros Desenho de som Juan Quintáns Finalização de imagens Raoni Ceccim Assistente de direção Annekatrin Fahlke Trilhas originais Rafael Sarmento, Marcelo Cougo, Paulo Bettanzos Trailer Douglas Roehrs Projeto gráfico Rafael Sarmento – Prana.

Kit imprensaPress kit – CartazCard quadradoCover horizontal

Painel Louros Grey

          = RESENHAS =

“O belíssimo longa-metragem, dirigido por Charlotte Dafol, é arrebatador!  (…) No primeiro plano, rostos que nos conduzem a um encontro com a alteridade e a humanidade de cada depoente. A polifonia de vozes (…) é uma das grandes qualidades do filme, revelando as vivências e a percepção social e política de cada um, cada uma. (…) Um raro grau de intimidade e de uma humanidade que a maioria dos transeuntes no filme parece, infelizmente, não perceber.”

          Anália Martins e Marco Mello, Brasil de Fato.

 

“Uma inundação de vozes e imagens surgiu como uma hemorragia profunda vinda de dentro da cidade com tantas reflexões sobre a vida, a luta, a sobrevivência, a solidariedade, a força, a esperança, a dor mas também a alegria. (…) Estamos diante de um grande filme que mostra que proposições utópicas como  este projeto, coordenado por Rosina Duarte, ainda insistem em sonhar na construção de uma cidade mais justa e solidária.”

          Edson Luiz André de Sousa, Extra Classe.

 

“Assistindo De Olhos Abertos, é marcante a sensação de estarmos diante de uma Porto Alegre um pouco diferente – ou talvez de uma cidade que é a mesma de sempre mas que nos percebemos provocados a olhar por outro ângulo, a partir da vivência de quem está dentro dela em todos os momentos, sem escudos ou disfarces.”

          Igor Natusch, Jornal do Comércio.

 

“Amantes de cinema, jornalistas e interessados em causas humanas e sociais devem ficar atentos para o documentário “De olhos abertos”. (…) O olhar da jovem cineasta apresenta uma grande sensibilidade para acompanhar um grupo de pessoas em situação de vulnerabilidade social. Pode-se dizer que é um trabalho não só documental, mas antropológico.”

          Adriana Androvandi, Correio do Povo.

 

“Assistir De Olhos Abertos exercita nosso olhar viciado para a existência de quem está invisível em nossa sociedade. (…) Ao fugir do lugar comum, o que vemos Charlotte fazer é ofertar o espaço para que os envolvidos contem suas histórias. Sendo assim, nós percebemos o quanto há introjetado em nossas mentes os preconceitos que nos levam a pensar que pessoas que vivem nas ruas são incapazes de pensar de maneira crítica.”

          Yasmine Evaristo, Clube da Poltrona.

 

“Durante 112 minutos, homens e mulheres que dormem nas ruas de Porto Alegre (…) contam de forma forte, sensível e inteligente como enfrentam os desafios da cidade, ao mesmo tempo que relatam a beleza do laço solidário entre o grupo. (…) A emoção tomou conta da plateia.”

          Adriana Lampert, Jornal do Comércio.

            = EM CASA =

Desde janeiro de 2022, o filme está circulando no Brasil com sessões independentes em praças e espaços culturais. Também está disponível online, de forma gratuita, nas seguintes plataformas:

                           YOUTUBE – VIMEO – SULFLIX – BOMBOZILA 

 

            = ORGANIZAR UMA SESSÃO =
Acreditamos que, mesmo com a possibilidade de assistir o filme em casa, temos muito a ganhar, enquanto sociedade, em construir espaços de debate relacionados ao cinema. Por isso, em qualquer lugar do Brasil, você pode contar com o nosso apoio para organizar uma sessão, presencial ou virtual, seja em escola, cineclube, espaço cultural ou qualquer instituição. É só entrar em contato por aqui.

Disponibilizamos também um material de apoio para auxiliar na produção do evento. 

Para acompanhar a nossa agenda de sessões públicas no Brasil. Siga @deolhosabertosofilme no instagram ou no facebook.

 

            = SESC BRASIL =
Selecionado na Mostra Sesc – Panorama Brasil, De Olhos Abertos integra o circuito de cinema do Sesc nacional, com sessões gratuitas em todo o país. Confira a programação do Sesc da sua cidade.

 

            = ICEM VIRTUAL =
Também faz parte do catálogo do ICEM virtual, que promove o debates sobre direitos humanos em escolas, universidades e comunidades de todo o território brasileiro. Saiba mais por aqui.

 

           


Diretora

Nascida em Paris em 1987, enraizada no Brasil desde 2013, Charlotte “Cha” Dafol é cineasta, fotógrafa, autora e musicista. Também produz cachaça, é formada em História e trabalha em feiras ecológicas. Na França, dirigiu sete curtas-metragens de ficção entre 2009 e 2012, junto com estudantes de cinema. No Brasil, colaborou como repórter e fotógrafa com diversas mídias alternativas. É autora dos livros Pietro Germi et la comédie à l’italienne (França, 2012) e Como num romance (Brasil, 2020). De Olhos Abertos é o seu primeiro documentário longa-metragem.

Alice - Produção

A Agência Livre para Informação, Cidadania e Educação (ALICE) é uma organização sem fins lucrativos, que desde 1999 trabalha para revelar o que a sociedade não vê, defendendo o direito de todos à comunicação, à cultura, à arte e à convivência harmônica
em uma sociedade sustentável. Nessa linha, desenvolve projetos alternativos e autônomos envolvendo comunidades ignoradas pela mídia tradicional e negligenciadas pelas políticas públicas.


A Alice é formada por pessoas de diversas idades e profissões interessadas em lutar por uma sociedade mais justa e equilibrada tanto em nível social quanto ecológico, valendo-se a comunicação, da arte, da criatividade, da solidariedade e das relações democráticas.

“Quando os integrantes do Boca se reúnem, eles formam uma roda. Ninguém fica na frente ou atrás de ninguém. Todos podem se olhar nos olhos da mesma distância. Em 18 anos de vida, passamos por muita coisa juntos. JUNTOS, essa é a palavra que nos define. Tivemos momentos difíceis e ainda temos. Sofremos perseguições e preconceitos, fomos acusados de muita coisa. Perdemos apoios e, o pior, perdemos muitos amigos que foram assassinados ou morreram por causa da péssima assistência oferecida para os moradores de rua. Denunciamos cada uma dessas injustiças pelo nosso jornal. Mas também falamos coisas boas, sobre a cidade, nossa cidade. Porque, como qualquer morador de Porto Alegre, também somos cidadãos. Quando o Boca começou, a organização dos moradores de rua quase nem existia, mas hoje sim. Isso nos dá um grande orgulho e estímulo para continuar. Vida longa ao Boca!”

Boca de Rua, n°70, editorial da edição especial comemorando 18 anos do projeto.

            = APOIAR O PROJETO =

O filme De Olhos Abertos e o jornal Boca de Rua são projetos da ALICE financiados apenas através de doações de particulares. O apoio pode ser realizado de maneira pontual no ou por assinatura ao Boca de Rua virtual. Mais informações aqui.


            = PLAYLIST =

Ponto forte do filme, a trilha sonora mistura gravações independentes e originais com músicas conhecidas de artistas consagrados no Brasil. Escuta a playlist no Youtube.


            = O OLHAR DO BOCA =

O jornal Boca de Rua acompanhou a produção e o lançamento do filme em Porto Alegre. Veja as matérias publicadas e conheça um pouco mais da nossa história. 

 

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